Desde que entrou ao alcance dos brasileiros, a partir da segunda metade da década de 90, a internet vem promovendo significativas transformações no cotidiano de pessoas e empresas. Ao longo de quase duas décadas ela não parou de agregar novas funcionalidades e sua chegada ao país proporcionou o surgimento de diversos novos mercados. Um deles, o comércio eletrônico ou e-commerce, é um mercado que hoje movimenta cifras bilionárias e registra a abertura de cada vez mais novos negócios.

Depositphotos.com/grapix Hoje, o e-commerce responde por uma parcela considerável no faturamento das grandes empresas do varejo brasileiro.

Hoje já se tornou mais do que habitual usar a internet para realizar compras, contratar serviços, viabilizar transações financeiras e estabelecer outros vínculos comerciais. Todas essas atividades fazem parte da evolução do comércio eletrônico no Brasil, a qual teve início pouco depois da instalação dos primeiros portais de internet. A trajetória de muitas lojas virtuais brasileiras que ainda estão em atividade teve início nesse momento.

Atualmente o e-commerce responde por uma parcela considerável no faturamento das grandes empresas do varejo brasileiro. Trata-se de uma das atividades que mais atrai investimentos no mercado digital nacional. Entre os players com maior participação no mercado estão Mercado Livre, B2W com as gigantes Submarino e Americanas.com, Magazine Luiza, Casas Bahia, Netshoes, Dafiti, entre outros.

Além das lojas virtuais, se enquadram nesse setor comparadores de preço, sites de compras coletivas, bancos, operadoras de cartões de crédito, empresas especializadas em segurança digital, entre outros serviços.

Indicadores

No Brasil, cada vez mais consumidores e empresas se rendem à comodidade de fazer suas compras via internet. E apesar de ainda existirem preocupações relacionadas à segurança das transações online, muitos usuários afirmam utilizar as lojas virtuais como recurso para fazer pesquisas de preço.

Os indicadores mais atualizados confirmam que o país está em um momento de expansão no setor. Dados de navegação confirmam que quanto mais pessoas têm acesso à internet, maior também é o número dos chamados e-consumidores. Isso ocorre da mesma forma quando se relaciona a velocidade de acesso. Exatamente o que acontece no Brasil. Quando se analisa o faturamento é possível verificar que o setor cresce dois dígitos a cada ano e que no primeiro semestre de 2012 faturou R$ 10,2 bilhões.

De acordo com o levantamento realizado pela Câmara E-net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico), o segmento com maior participação nas vendas é o dos eletrodomésticos, seguido pelos produtos de saúde, beleza e medicamentos. Na terceira posição vem o segmento de moda, vestuário e acessório. O segmento literário composto por revistas, livros e assinaturas de jornais segue na quarta posição. Há cerca de dez anos a categoria que ocupava o ponto mais alto do ranking era o segmento dos CDs e DVDs, com cerca de 40% das vendas.

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