Por definição, redes sociais são serviços de comunicação via internet baseados em aspectos de interação, criados com o propósito de facilitar as relações pessoais entre usuários, com conexões na vida real ou ainda interesses em comum. Surgidas a partir da segunda metade da década de 1990, as redes sociais são hoje ferramentas com capacidade de agregar os mais diversos conteúdos e executar uma grande miscelânea de outros serviços.

Depositphotos.com/HASLOO Uma rede social corporativa é um instrumento estratégico voltado para a comunicação interna no ambiente de trabalho.

Mas, o que está presente na vida das pessoas há quase duas décadas parece ainda estar um pouco distante do ambiente corporativo. Já está mais do que na hora de desmistificar a perda de produtividade temida por executivos e empresas relacionada à utilização das mídias sociais e da Web 2.0 no ambiente de trabalho. Conheça as Redes Sociais Corporativas e descubra que benefícios elas podem agregar à sua empresa.

Uma rede social corporativa se caracteriza por ser um instrumento estratégico voltado para o ambiente de trabalho e utilizado principalmente para auxiliar na comunicação interna. Sua capacidade de disseminar informações mais rapidamente que outros veículos internos é sua principal característica. Além disso, proporcionam uma plataforma colaborativa de trabalho e uma importante fonte de aprendizado para os integrantes de uma organização. Servem também como uma plataforma para compartilhamento de arquivos, substituindo as antigas intranets.

As redes corporativas estão presentes principalmente em organizações de grande porte. Em geral são organizações com necessidades de comunicação que excedem a capacidade dos meios convencionais. Mas, isso não significa que empresas menores também não possam se beneficiar.

Outras vantagens relacionadas à utilização das redes sociais corporativas são o ganho de velocidade na execução de processos internos e a facilidade de acesso. Trata-se de um meio que encoraja a participação, a interação e o compartilhamento de informação entre os integrantes e pode contribuir ainda para diminuição do rigor imposto pela hierarquia, visto em algumas organizações. Proporcionando assim um caminho mais aberto para a implantação de uma gestão mais participativa.

Redes sociais corporativas, no entanto, não substituem o essencial ­contato face a face com os integrantes e o convívio social presente nas relações do trabalho. E exatamente por se tratar de um espaço de livre comunicação, ela necessita de certo acompanhamento. A autonomia dada aos integrantes com acesso à ferramenta também tem potencial para evidenciar insatisfação e acentuar conflitos internos. Cabe a organização executar o papel de moderação dessa rede social. Essa função pode ser exercida por uma equipe de gestores da rede ou por meio de um comitê de comunicação, sempre com representantes de todas as áreas da empresa.

Estruturar uma solução como essa pode não estar ao alcance de todas as empresas. Também não faz muito sentido contar uma rede social se o acesso estiver restrito a uma pequena parcela do público interno ou se a adesão à ferramenta for baixa. Implementar uma rede social corporativa pode requerer um certo período para adaptação e aprendizado. Engajar figuras de liderança, desenvolver orientações de uso e o respeitar a cultura organizacional da empresa são fatores de sucesso para implementar uma rede.

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