Ao contrário do que muita gente imagina, o social commerce não é vender produtos em redes sociais, mas sim tornar a experiência de compra mais social e, em certos casos, integrada a uma rede específica ou várias delas.

A inserção de botões de like, tweet e +1 caracterizam uma forma de social commerce, pois esses botões ajudam a simplificar a recomendação de produtos e o seu compartilhamento com a rede de amigos do visitante da loja, podendo criar um ambiente favorável ao aumento de vendas, desde que seja feito um bom gerenciamento disso.

A gerência dos comentários nas redes deve ser feita por profissionais especializados, pois não haverá apenas comentários positivos, mas também críticas e sugestões, tanto dos produtos e serviços oferecidos, como do atendimento e da experiência de compra.

É necessário aproveitar os dados que as redes sociais fornecem diariamente para que tudo seja melhorado e otimizado para uma melhor experiência de compra, além de alinhar a comunicação da loja com seus clientes, para isso existem diversos softwares que ajudam a monitorar e apresentam dados de forma simplificada e tratada para que os profissionais responsáveis consigam saber o que está dando certo ou não. Veja esses posts do blog para mais informações sobre o assunto:

http://www.internetinnovation.com.br/blog/redes-sociais/ferramentas-para-redes-sociais-que-facilitam-a-sua-vida/

http://www.internetinnovation.com.br/blog/redes-sociais/monitoramento-de-marcas-no-facebook/

 

Social Shopping

 

Dentro do Social commerce existe um segundo conceito, conhecido como Social Shopping. Nesse caso realmente se faz necessário que a compra seja feita numa plataforma social, que gere interação e venda no mesmo lugar, seja ele uma rede de terceiros ou um site feito para que a interação faça parte do processo. Podemos citar alguns exemplos dessa modalidade, como: Compras Coletivas, Clubes de Desconte e Facebook commerce(f-commerce).

O Magazine Luiza, em 2012, criou uma estratégia que levava suas lojas para dentro do Facebook e Orkut, porém inseriram o consumidor no processo para que ele pudesse ganhar dinheiro com a vendas para seus amigos das redes. Cada pessoa poderia abrir sua própria loja utilizando um aplicativo específico e, a cada venda, ganharia de 2,5% a 6,0% de comissão. De acordo com a empresa a estratégia foi um sucesso, com um grande número de lojas sendo abertas rapidamente.

A Camiseteria tem no seu funcionamento básico o conceito de Social Commerce. Pessoas se juntam numa comunidade para votar nas estampas das próximas camisetas, que são produzidas e vendidas para essas mesmas pessoas. Além de uma comunidade de compradores a empresa também criou uma comunidade de artistas, que criam estampas e ganham dinheiro com isso. É todo um sistema baseado em conceitos de redes sociais que rende um faturamento anual na casa dos milhões.

Quer saber mais sobre o assunto? Faça um curso de redes sociais e entre nesse mundo! Se você já é profissional, curta nossa página no Facebook e acompanhe nossas publicações!

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