Os termos Web 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0 são utilizados para designar diferentes “eras” da internet, cada uma com suas particularidades e evoluções. Para entender as mudanças anunciadas para a mais recente fase da web, é importante conhecermos um pouco sobre as características dos períodos anteriores.

A Web 1.0, primeira fase da internet, se estende pela década de 90 e apresenta os primeiros sites corporativos e páginas estáticas. Nessa fase, a internet já se caracteriza como uma fonte de informações, porém não oferece ao usuário possibilidade de interação e criação de conteúdo.

Já a segunda fase da web tem como principal marco o surgimento de sites de relacionamento, que permitem reunir usuários em comunidades. A partir deste momento, os usuários passam a “ter voz” e participar da produção de conteúdo.

As mudanças incorporadas à web 3.0 são ainda mais significativas. Nesta era, os aprimoramentos na organização e sistematização das informações disponíveis tornam os resultados mais precisos. Surge, então, o conceito da web semântica, que inaugura um processo mais complexo e “interpretativo” na utilização da ferramenta.

Hoje, somam-se a estas evoluções, a mobilidade e a ubiquidade para marcar o nascimento da web 4.0. Segundo estudiosos, essa nova era funciona como um enorme sistema operacional dinâmico e inteligente, capaz de utilizar e interpretar as informações e os dados disponíveis para suportar a tomada de decisões. Isso tudo de forma automática, através de um sistema complexo de inteligência artificial.

Apesar dos benefícios, muitos questionam os problemas que acompanham essa nova fase. A invasão de privacidade, a dependência desta tecnologia, a sobrecarga e a discussão sobre o controle – quem controla o quê – são alguns pontos que preocupam os especialistas sobre este modelo.

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